Losing It: Cenas do Ponto de Vista do Garrick #1

09 agosto 2013

Oi Gente!! Mais uma vez eu trouxe uma post falando do nosso protagonista britânico favorito *-*



A Cora postou no blog dela 4 cenas de Losing It narradas pelo Garrick e como eu adoro traduzir as coisas pra vocês, cá estou! Elas são longas e eu vou postar uma de cada vez conforme eu for traduzindo. Vamos lá?


Você já se perguntou o que o Garrick estava pensando em Losing It? Avance um pouco para ter acesso completo aos pensamentos mais íntimos do nosso professor britânico favorito. Boa leitura!!

Aquele No Qual Eles Se Conhecem

Quando o bartender me perguntou o que eu queria, eu quase disse um de cada. Ficar abominavelmente bêbado e de ressaca não seria uma coisa boa para o meu primeiro dia de trabalho, mas iria fazer com que eu me sentisse melhor.

Então, eu fiquei com um uísque e me instalei na parte de trás do bar.

Eu coloquei o livro que que continha a obra completa de Shakespeare na mesa, e me fixei nele com o olhar.

Eu não podia acreditar que eu estava ensinando Shakespeare. Quando Eric me disse, ele olhou para mim como se ele esperasse que eu fizesse uma festa. Eu imagino que todos os britânicos devem supostamente amar o cara, ou os americanos acreditam isso.

Então eu comprei o livro idiota, joguei na bolsa da minha moto, e comecei a adiar os planos de lições para aquela aula até o último minuto possível.

Planos de lições.

No que diabos eu fui me meter?

A minha vida na Filadélfia foi destruída, e eu achei que esse trabalho era a minha saída, uma nova janela. Eu só estava pensando em sair de lá quando eu pulei nisso, não pensei a respeito dos possíveis obstáculos.

Quando eu não pude mais adiar a realidade e os planos de aulas, eu saí na minha moto para pegar o livro, e eu esqueci que a porta do meu flat novo se fechava automaticamente atrás de mim, e eu deixei a minha chave dentro dele.

Assim, enquanto eu esperava pelo chaveiro, eu decidi que uma bebida cairia bem. Ou muitas. Qualquer coisa que me ajudasse a engolir um pouco de Shakespeare antes que eu tivesse que ensiná-lo amanhã.

Vida, conheça a realidade.

Eu abri Romeu e Julieta primeiro e imediatamente virei outro pedaço de páginas. Não, obrigada.

Macbeth.

Pelo menos esse era sangrento.

Se eu me lembrava corretamente, era a peça mais curta de Shakespeare, e mesmo assim eu nunca consegui chegar até o final dela. As histórias das performances amaldiçoadas dessa peça eram infinitamente melhores que a peça mesmo.

Eu me arrastei através do primeiro ato. As letras desse maldito livro eram pequenas, e toda vez que eu virava uma nova página preenchida com essa impressão minúscula, eu entrava em conflito com meus pensamentos de suicídio... e de queimar esse livro.

Eu tinha acabo de chegar a cena que Macbeth alucina que um punhal flutuante é um sinal de que ele deve matar Duncan.

Eu engoli um bocejo.

Eu poderia usar um punhal flutuante agora.

"Se essa é a sua tática para pegar garotas, eu sugeriria ir para um lugar com um pouco mais de fluxo."

Um voz quebrou o meu tédio, e eu olhei para cima para algo muito mais preferível que um punhal flutuante.

Eu disse, "Perdão?"

A minha distração era uma morena com uma pele pálida, quase de porcelana que praticamente brilhava contra o pequeno top preto que ela vestia.

Ela disse, "Shakespeare. Ninguém lê Shakespeare em um bar ao menos que seja uma desculpa para pegar garotas." As pessoas realmente faziam isso? Jesus. "Tudo o que eu estou dizendo é que você pode ter mais sorte na parte da frente."

Ela colocou uma mão no seu quadril, e me deu um sorriso atrevido. Eu interpretei isso como um sinal do universo de que eu poderia terminar com Shakespeare por essa noite.

Eu sorri e disse, "Não é uma desculpa, mas se fosse, parece para mim que eu estou tendo uma grande sorte aqui."

Um leve rubor atravessou as suas bochechas, e aquele sorriso tentador congelou em seu rosto. Eu usei um guardanapo para marcar a página de Macbeth. Os olhos dela se arregalaram um pouco, e a mão que estava no seu quadril caiu. As suas costas se endireitaram e ela disse, "Você não está tentando pegar uma garota?"

Confusão passeou pelos seus olhos enquanto o rubor rastejou das suas bochechas para o seu pescoço. Era um pescoço encantador.

Eu disse, "Eu não estava."

Mas isso aqui parecia ser um uso muito melhor do meu tempo.

As sobrancelhas dela se elevaram, e eu não pude deixar de sorrir. Ela havia chegado atrevida, e agora parecia que eu tinha parecia que eu tinha puxado o seu tapete, e talvez o chão também.

Eu joguei a minha cabeça para o lado, tentando entendê-la. As suas roupas correspondiam com a sua abordagem ousada, mas enquanto os meus olhos viajavam de volta para o seu rosto, eu percebi como ela usava pouca maquiagem. Talvez por isso o seu rubor estava tão evidente.

"Qual é o seu nome, amor?"

Ela pressionou os seus lábios em uma linha por um momento, como se ela estivesse tentando se impedir de falar, mas então ela disse, "Bliss."

Eu olhei para ela, tentando decidir se ela estava brincando comigo.

"Isso é uma deixa?"

O seu rubor migrou para a sua clavícula, atraindo os meus olhos para a curva do seu pescoço na sua blusa. A minha boca secou. Eu limpei a minha garganta, e arrastei o meu olhar do seu peito.

Ela disse, "Não, é meu nome."

Por meses, eu estive afastando qualquer garota interessante. Porque mesmo que Jenna e eu tivéssemos terminado, eu sabia que ia fazer os nossos assuntos bagunçados mais bagunçados ainda se eu começasse a sair com alguém. E apesar do fato de que ela virou todos os nossos amigos, exceto Spencer, contra mim, a última coisa que eu queria era feri-la mais. Pela milésima vez, eu queria que eu nunca tivesse cruzado a linha de amigos para namorados. Se eu não tivesse, eu ainda estaria na Filadélfia. Eu ainda estaria atuando, ao invés de fugindo para cá para lecionar. Eu ainda estaria alegremente ignorando tudo a respeito de Shakespeare.

Mas eu não estava mais na Filadélfia.

Jenna não ia aparecer por aqui ou ouvir sobre isso de um amigo.

Havia um benefício em deixar a minha ex melhor amiga escapar, e ele estava bem na minha frente.

Bliss. Eu sorri. Que nome. Talvez o universo pensou que eu fosse estúpido, e decidiu ser especialmente claro com os sinais.

Eu disse, "Um nome encantador para uma garota encantadora."

Eu empurrei o livro de Shakespeare para longe até que eu sentei no canto da mesa. Eu desperdicei tempo o suficiente me afundando no desastre que era a minha vida na Filadélfia, e eu trouxe isso para a minha vida nova aqui.

Claro, estar de volta ao Texas na mesma universidade que eu estudei não era algo que eu pensei que eu fosse fazer, mas eu tinha algumas ideias de como tirar o melhor proveito disso.

Eu contei a ela sobre o incidente da chave do meu flat, e então a conversa voltou para Shakespeare. Ela parecia interessada, então eu tentei não fazer tantas caretas.

Eu disse, "Nao me diga que você é uma fã de Romeu e Julieta?"

Durante um segundo, meu estômago caiu. Não é que eu era contra a ideia do amor, mas eu simplesmente não entendia o relacionamento deles, ou o jeito que as mulheres babam sobre ele. Romeu vai para essa festa obcecado com uma outra garota, e de alguma forma em questão de algumas horas, ele e Julieta se apaixonam tão profundamente que eles estão dispostos a arriscar tudo para estar juntos?

Duvidoso.

Bliss respondeu, "Otelo, na verdade. Esse é o meu favorito."

Agora esse era um relacionamento que eu acreditava. A obsessão pode ser um motivador muito mais poderoso que o amor.

"Ah. A Justa Desdemona. Leal e pura."

Olhando para Bliss, eu entendia essa obsessão ainda melhor. A forma como a pele dela ruborizava fazia o meu sangue bombear. Eu queria percorrer os meus dedos pela sua clavícula, só para ter certeza de que a sua pele era tão macia quanto eu imaginava que era. Mas eu tinha a impressão de que eu não seria capaz de parar por ali.

Ela começou a dizer alguma coisa, mas gaguejou nas suas palavras. Corada, ela era ainda mais atraente. Ela era real, ao contrário de metade das garotas que eu namorei antes.

Finalmente, ela disse, "Eu gosto da justaposição da razão e da paixão."

Como um quase professor, eu provavelmente deveria estar impressionado pelo seu jeito de pensar. Como um homem, eu só podia prestar atenção à última palavra.

"Eu mesmo sou um fã da paixão."

Eu sempre fui direto, provavelmente porque eu cresci com uma mãe que nunca filtrou os seus pensamentos, não porque ela não podia, mas porque ela não queria. Ela gostava de ver as pessoas se contorcerem. 

Eu reprimi essa forma de ser com a Jenna, e ignorei a sensação que me dizia que nós éramos melhores como amigos. Eu pensei que só porque eu não estava interessado inicialmente nela não significava que eu não poderia estar. Olha só no que isso me levou.

De agora em diante, eu estaria seguindo os meus instintos. E eles estavam me empurrando na direção dessa garota de uma forma que eu não senti em muito tempo.

Eu disse, "Você não me perguntou o meu nome."

Ela limpou a garganta, e eu soube que ela estava nervosa. Nervosa era um bom sinal.

Ela perguntou, "Qual é o seu nome?"

"Junte-se a mim, e eu lhe direi."

Ela escolheu um lugar na minha frente, e meus lábios se abriram em um sorriso vitorioso.

Eu disse a ela meu nome e que eu ia lhe comprar uma bebida.

"Depois nós podemos conversar mais sobre razão e... paixão."

E então talvez nós tivéssemos tempo para um estudo com as mãos, também.

Eu acenei para um funcionário e pedi outro uísque. Quando o garçom se virou para Bliss, ele colocou uma mão no seu ombro e disse, "Eu me lembro - Jack e Coca-Cola, certo?"

Alguns fios de cabelo se prenderam debaixo de sua mão e se entrelaçaram entre os seus dedos. Eu endureci. Eu estive pensando em tocar os seus cabelos desde que ela se sentou, querendo correr os meus fios por eles, e agora o garçom tinha feito isso antes de mim.

Eu nunca fui particularmente ciumento, mas quando ele piscou para ela, eu senti um liquor amargo na minha boca. Os olhos dela permaneceram presos ao dele o tempo todo que ele ficou a nossa mesa, e eu estava lutando contra os impulsos de homem das cavernas de puxar a sua cadeira para o meu lado da mesa e para longe dele.

Ele começou a ir embora, mas então ele disse, "Eu devo dizer a sua amiga lá da frente que você estará de volta?"

Ainda sem olhar para mim, ela disse, "Oh, uhm, claro. Eu acho."

Quando ele finalmente saiu, eu tomei uma respiração longa e lenta.

E então porque eu estava dando ouvidos aos meus instintos, eu disse, "Sabe, algumas vezes eu me pergunto se Desdemona era tão inocente quanto ela demonstrava. Talvez ela soubesse o efeito que ela tinha nos caras, e gostava de fazê-los sentir ciúmes."

Os olhos dela encontraram os meus, e ela os nivelou ao meu olhar. Eu vi aquela garota atrevida que havia falado comigo no começo de volta ao ringue.

"Ou talvez ela estivesse apenas intimidada pela intensidade de Othello e não sabia como falar com ele. Comunicação é a chave, afinal de contas."

Isso era definitivamente algo que eu poderia dar a ela.

"Comunicação, hein?"

"Poderia ter resolvido muito dos problemas deles."

Poderia ter resolvido muitos dos meus também. Mas essa era uma nova cidade, nova página. Ao invés de trazer a sua cadeira para perto da minha, eu peguei a minha e coloquei diretamente perto dela.

"Nesse caso, eu irei me esforçar a ser tão claro quanto possível." Ela cheirava doce, floral. Eu resisti a urgência de me inclinar ao seu ouvido e dizer exatamente o que eu queria fazer com ela. Ao invés disso, eu disse, "Eu gostaria que você não voltasse para sua amiga. Fique aqui comigo."

Eu tentei fazer com que soasse como uma pergunta, mas meus instintos tinham outras ideias. Eu não ia voltar para Shakespeare. E eu não ia desistir dela por causa de alguma amiga. Ou pelo maldito garçom.

"Bem, minha amiga está esperando. O que nós faremos se eu ficar?"

Eu tive que morder a minha língua para não dizer algo que pudesse assustá-la. Ao invés disso, eu fiz o que eu estava esperando muito tempo para fazer e toquei o seu cabelo. Era macio e a luz baixa do bar mostrava fios de dourado entre o castanho. Eu o passei de volta pelo seu ombro, revelando aquele pescoço delicado que ainda estava pintado com tons de vermelho. E eu não pude me impedir de tocar ali também. Eu passei meus dedos pela sua pele, pausando no lugar onde eu podia sentir o seu sangue pulsando pelas suas veias. Os batimentos do seu coração estavam tão rápidos quanto os meus.

Isso era o que eu sentia falta com Jenna. Eu a amava. Parte de mim sempre iria, apesar de toda a merda em que tudo se transformou. Mas eu nunca tive essa necessidade primitiva de tocá-la, de continuar tocando-a não importa o que custasse.

"Nós podemos conversar sobre Shakespeare." Era um pequeno preço a pagar, realmente. "Nós podemos conversar sobre qualquer coisa que você queira. Embora eu não possa prometer não ficar distraído pelo seu adorável pescoço." Eu corri os meus dedos pela sua pele lisa para a sua mandíbula. Eu segui a curva do osso do seu queixo, e resisti por pouco de continuar até os seus lábios. Eu usei um dedo para curvar o seu queixo para frente, trazendo-a para mais perto de mim. Eu senti ela respirar fundo, e foi como se ela tivesse sugado o ar de mim. Ela era uma distração, cada parte dela. Eu disse,"Ou seus lábios." Ela mordeu o seu lábio inferior, deixando-o vermelho. Deus, ela parecia bem em vermelho. "Ou esses olhos." Um azul-verde profundo. "Eu podia cortejar você com estórias sobre minha vida, como Otelo faz com Desdemona."

"Eu prefiro não comparar nossa noite com um casal que terminou com um assassinato/suicídio."

E ela era engraçada. Melhor ainda. Talvez o Texas não seria tão ruim assim.

"Touché. Eu não me importo com o que nós façamos contanto que você fique."

Após uma pausa torturante, ela disse, "Tudo bem." A sua voz era baixa e sem fôlego, e eu fechei as minhas mãos em punho para me impedir de puxá-la para mim.

"Talvez eu deva me trancar do lado de fora do apartamento com mais frequência."

Um pequeno sorriso se abriu nos seus lados, e eu estava perdido. Eu não podia tirar os meus olhos dos seus lábios, nem mesmo quando a sua amiga ligou. Ela atendeu a ligação, mas eu não ouvi o que ela estava dizendo. A sua boca me hipnotizou. 

Eu gostava dela. O suficiente para querer vê-la novamente. Logicamente, eu sabia que eu deveria esfriar as coisas e ir devagar, se fosse o caso. Mas parte de mim queria vê-la por completo e queria ver agora, e ela parte falou mais alto.

A minha resistência foi raspada até um fio minúsculo quando o garçom voltou com nossas bebidas. Os olhos dele estavam fixos em Bliss e mal a deixaram enquanto ele deixava as nossas bebidas. Eu coloquei meu braço ao redor da parte de trás da cadeira dela, e eu precisei de todas as minhas forças para não abaixar ele nos seus ombros.

Quando nós estávamos sozinhos novamente, ela perguntou, "Você é do tipo ciumento, Garrick?"

Agora mesmo? Com certeza.

"Não exatamente." Eu dei de ombros.

Ela levantou uma sobrancelha incrédula, e eu sorri. Ela não parecia irritada, então eu não ia me sentir culpado.

"Talvez essa discussão de Otelo tenha me deixado um pouco no limite."

Eu já estava na metade do caminho para a obsessão.

Quando ela insinuou que nós fôssemos de volta ao meu flat para esperar o chaveiro alguns minutos depois, a metade do caminho já tinha ido para o espaço.

Eu mantive a conversa da melhor forma que eu pude, mas a minha mente já estava andando por outros caminhos, por exemplo como a curta viagem de volta para o meu apartamento não era curta o suficiente. Como a forma dos seus cabelos ia parecer espalhados no meu travesseiro, como os seus quadris iriam sentir nas minhas mãos, e qual o sabor dos lábios dela.

Era como ignorar uma coceira. Cada segundo que passava, meu mundo parecia diminuir até eu não conseguir me focar em mais nada, exceto o quanto eu queria diminuir a distância entre nós.

E como uma pequena pedra causando uma avalanche, ela olhou para mim através dos seus cílios e me deu uma abertura, uma janela.

E eu peguei.

E as paredes de auto-controle que eu vinha tentando manter se quebraram  completamente. Eu peguei o seu cotovelo e a trouxe de pé. E eu a puxei diretamente para os meus lábios.

Ela congelou contra mim, e eu queria me dar um soco. Eu esperei que ela me empurrasse ou que me desse um tapa, mas nenhum dos dois aconteceu. Eu já estava com a corda no pescoço, qual era o problema em apertar um pouco mais o nó?

Eu puxei o seu lábio inferior entre os meus dentes, e eu senti ela tremer. Ela se balançou na minha direção, e inclinou o seu pescoço para trás. Eu coloquei uma mão entre seus cabelos ao mesmo tempo que ela abriu os seus lábios.

Outra janela.

O primeiro sabor dela teria valido a pena qualquer soco que ela ou eu mesmo pudesse me dar. No segundo sabor, eu já estava viciado. As mãos dela puxaram as minhas costas, e eu estava faminto por ela. Eu a puxei para mais perto, até que a curva dos seus seios estava pressionada contra mim, mas ainda não era perto o suficiente.

Eu queria mais.

Então, eu escorreguei a minha mão embaixo da bainha do top dela, colocando os meus dedos na parte de trás das suas costas. A sua pele parecia seda, e eu tracei o lado da sua espinha. Eu abri a minha mão, desejando que eu pudesse tocar mais dela, afundar meus dedos mais profundamente. Um gemido saiu da boca dela para a minha, e eu a puxei para trás, querendo tocar mais dela. A minha mão que estava no seu pescoço estava indo para a bainha da sua blusa quando a minha visão periférica me lembrou exatamente onde nós estávamos.

Dane-se tudo.

Eu olhei de volta para os seus lábios, rosados e levemente inchados, e Deus eu desejei que nós não estivéssemos em público. Ela inclinou para mais perto, me tentando a quase mais do que eu podia aguentar, inalando o seu perfume doce.

Minha determinação se perdeu por um momento, e eu provei a pele do seu pescoço por alguns segundos.

Com meus olhos fechados, eu tentei me trazer de volta.

Eu disse, "Desculpe. Me deixei levar."

E aí?! Gostaram?! :D Se vocês gostaram, assim que eu puder eu trago a segunda cena do Garrick :)



Beijos, Nanda.

4 comentários:

  1. Oi, Nanda. Não conheço esse personagem, aliás nem sei do que se trata. Da onde é?
    Que trabalhão que você teve pra traduzir hein! Parabéns! :)

    Beijos.

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  2. Ah, cliquei no link do blog da Cora e entendi. :)
    Beijinhos.

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  3. Oi amiga,
    Ficou show a cena na visão do Garrick. Bem diferente da visão da Bliss, eu adorei. Vou aguardar as cenas dos próximos capítulos haha
    Amei!!!
    bjs

    http://entrepaginasesonhos.blogspot.com.br/

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Muito obrigada pela visita! Eu respondo por aqui mesmo ou pode deixar o link do seu blog que eu visito você :) Espero que você volte logo! Nanda ;)